Saudades em preto e branco - sobre coisas que não morrem
Poetiza - a vã tentativa de escrever sentimentos
Indiretas - queria dizer, mas escrevi
Carona nas palavras - quando outros falam por mim
Recriado - quando pego carona, mas decido o caminho
Rotina - sobre dias que parecem os mesmos
Pensei rápido - sobre pequenas pensamentos
terça-feira, 19 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
Ando sonhando com você todas as noites...
Continuo buscando um sinal de que você ainda está aí.
Talvez eu não saiba ou consiga explicar tudo o que está se passando aqui comigo, e por isso faço besteiras em sua presença e ajo como se fosse um outro alguém. Desculpe, descobri que não sei falar de amor.
Eu só queria saber desde quando eu te queria assim...
Continuo buscando um sinal de que você ainda está aí.
Talvez eu não saiba ou consiga explicar tudo o que está se passando aqui comigo, e por isso faço besteiras em sua presença e ajo como se fosse um outro alguém. Desculpe, descobri que não sei falar de amor.
Eu só queria saber desde quando eu te queria assim...
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Eu quis correr o risco. Fui eu que coloquei em jogo o bem estar desse meu tal coração. Eu queria te culpar, dizer que tudo só da errado na minha vida porque você não está aqui, porque você não me ajudou quando gritei e implorei por socorro, mas não... você não tem culpa. A sua verdade sempre se mostrou clara, você não iria se deixar prender, muito menos por mim, que nada sei sobre todas as experiências e sabores que você já conhece tão bem. Foi um grande risco correr na sua estrada e me perder pelo caminho, mas arrisquei, me lancei ao desconhecido, e na sua jornada te perdi de vista por seus passos largos, mas também foram nessas curvas que encontrei o que eu mais me faltava: amor próprio.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Priscila Guimarães
A mesma beleza que atrai as vezes abafa, sufoca, afoga, nos mata.
Não sou hipócrita, o belo sempre me ganha a vista, mas o que me mantém presa são temperos essenciais que na maioria das vezes se apresentam na simplicidade dos sabores que só degustamos quando abrimos mão do que vemos para dar vazão ao que sentimos.
Priscila Guimarães
Lembro-te por pensar que poderíamos fazer comentários insanos sobre os desenhos das nuvens, o peso das montanhas ou até mesmo a direção dos ventos. Iriamos admirar a obra prima de Deus, e você relutaria em suas filosofias científicas. Não há o interesse de minha parte em saber como tudo foi parar ali, o fato é que ser digna de admirar lugares incríveis me deixa extasiada. Mas nada na vida da gente se compara à companhia em que admira junto.
Quando aquela pessoa especial surge em nossas vidas, não importa o enredo, as distâncias, diferenças ou paisagem, uma companhia como essa abafa nossos medos. São surpresas risonhas no caminho de estradas, por vezes tortuosas, mas que nos trás tamanha luz que qualquer detalhe na jornada perde-se ao encanto diante do brilho dos olhos do outro. Neles nos enxergamos felizes, e é isso me aproxima ou afasta das pessoas.
Eu agradeço quando encontro esse tal brilho nos olhos de alguém, pois isso me salva. Por vezes em poucos minutos de conversa consigo fugir de diálogos impecáveis e me sinto largada no sofá de casa, a vontade. Não falo sobre as doenças do mundo, e nem há o receio de ficar sem assunto e distrair o olhar. Já se sentiu assim?
Hoje, se quiser, se puder e se souber me venha como o olhar primeiro, sem uniforme ou barba feita. Me venha você, pois as vezes isso é o que faz toda a diferença. As vezes isso é o que me faz mais falta.
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